segunda-feira, 7 de março de 2016

POESIA:

ESPLENDIDAMENTE MULHER

 

   (Autora:  PRESCILA PEREIRA)
 
Quem, que tirada foi da costela de Adão,
Para ser adjutora, para ser companheira de um varão?
Eva.
Mas, o que era Eva?
MULHER.
 
Hoje, a mulher é companheira, é mulher amiga, mulher guerreira.
É mulher em casa, na rua ou no trabalho,
Mas sempre mulher.
 
Quem, que com dores dá a luz a uma nova vida?
Mãe.
E o que é a mãe?
MULHER.
Mulher que se desdobra para dar amor, apoio, calor.
 
Quem, que excede o seu valor ao valor das mais finas jóias?
MULHER!
Mulher sensibilidade, mulher amor, mulher maternidade.
 
Quem, que estende a mão ao aflito e ainda a abre ao necessitado?
MULHER!
Mulher fragilidade, mulher força, mulher bondade.
 
Quem, que com força e dignidade luta para ajudar no sustento dos seus?
                                                MULHER!
Mulher atuante, mesmo envelhecida,
soberana nas experiências da vida,
Uma avó no mundo das lidas,
Bisavó, mas mesmo assim, mulher.
 
Quem, que dentre todas as criaturas possui beleza e formosura incomparável?
A MULHER.
Mais bela que a flor,
 A gazela,
o cisne,
Em essência, o próprio amor.
 
Umas loiras, outras morenas, negras, ruivas,
Não importa a cor,
Pois sua beleza está no interior.
Menina, jovem, idosa,
Em todas as fases,
Sempre formosa.
 
Grande é a mulher,
Pois possui a própria essência divina,
Esplendidamente mulher,
Sempre mulher.
 



A COMPETÊNCIA DA MULHER  EM MEIO AO CAOS

Prescila  Pereira 


           
Desde os primórdios da existência, a mulher tem sido assunto em todos os folhetins que se preze. Nos dias atuais, a mulher é Presidente da República, há mulheres ocupando os mais altos cargos executivos, há mulheres sendo Presidente de Sindicatos, onde outrora, apenas homens freqüentavam as reuniões. Obviamente, a mulher tem sido destaque notável em todo o mundo. Cabe a nós, mulheres perguntarmos, a que preço? A história relata fatos que impressionam, como o 8 de março, quando muitas mulheres morreram queimadas lutando por seus direitos. Mas, a luta da mulher terminou? Já alcançamos o reconhecimento e os mesmos direitos defendido pela Constituição de 88? A luta e inteligência da mulher estiveram sempre presente na história da humanidade, conforme demonstra a história. De acordo com registros históricos, pouco antes da descoberta do fogo, devido ao frio intenso, as mulheres perceberam que da pele curtida dos animais era possível fazer roupas. Com a descoberta do fogo, o homem passou a buscar uma função definida, ou uma identidade, também para si. É provável que, nessa época, tenha surgido a divisão sexual do trabalho, isto é, as mulheres cuidavam de hortas (horticultura simples) e faziam cerâmicas (arte), enquanto os homens caçavam.   Podemos notar que, nessas sociedades, a mulher já passou a trabalhar mais do que o homem, ou seja, a mulher passou a ter menos tempo livre do que o homem. Já se vislumbra o surgimento da dupla jornada para a mulher, pois, além de se preocupar com procriação e a alimentação, tinha que se preocupar também com as cerâmicas.
Os fatos demonstram que vencemos muitas batalhas, mas ainda não vencemos a guerra. Os nossos modos de vida, nossos sentimentos, nosso saber, tudo que nos envolve é moldado como produto de consumo. Quando precisam de mais filhos, mulheres devem ficar em casa. Quando fazem filhos demais, legalizam o aborto. Quando precisam reduzir salários, mulheres vão para o mercado de trabalho. E quando a criminalidade se instala entre a juventude, a mãe não é presente. A mulher tem sido o bode expiatório da história. A mulher tem sido a culpada em meio ao caos, enquanto o homem leva o troféu de todas as coisas boas que acontece. A mulher ainda é vítima constante de assédio sexual no ambiente de trabalho. Em muitas reuniões os homens deixam de discutir determinados temas por haver uma mulher presente.
Muito se ouve das próprias mulheres que a vida de uma executiva é glamorosa e cheia de desafios. Cheia de desafios sim, glamorosa, nem tanto. A mulher executiva vive num mundo de stress, onde tem que delegar funções para colaboradores que na maioria são homens, e para se fazer respeitar, muitas vezes precisa passar a vida sem sorrir. A mulher que trabalha fora, mesmo tendo uma boa ajudante que a auxilia nos afazeres domésticos, ao chegar em casa, sempre haverá o filho que tem tarefa de escola pra fazer, um jantar, um eletrodoméstico quebrado pela funcionária que não cuida das coisas como deve se cuidar. Em meio ao caos, somos escravas de um mundo cada vez mais opressor. Em meio ao caos econômico e político, somos a idéia que salva a pátria, mas não a voz que leva o reconhecimento. Em meio ao caos, somos o produto, que através da beleza feminina serve para propagar e vender. Liberação feminina? Onde? Vivemos numa jornada tripla, quádruplas e cada vez mais assoberbadas. Cada vez mais pressionadas para produzirmos e com salário sempre menor que um trabalhador homem e ainda por cima, temos que permanecer com a aparência impecável. Em meio ao caos, somos o abraço que acalenta e seca as lágrimas, o sorriso que propaga esperança. Em meio aos caos somos a competência que faz a diferença, mas onde está nosso verdadeiro sossego?




A amizade de Deus para com você!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

terça-feira, 11 de agosto de 2015

O PECADO E O MUNDO PÓS MODERNO

Prescila Alves Pereira Francioli



            O avanço tecnológico, a idéia de mundos sem fronteiras, as grandes conquistas e descobertas da ciência, a derrubada de barreiras culturais e políticas entre os povos marca a pós modernidade.
            Vivemos em uma época em que a sensação de que o homem com toda sua inteligência e capacidade de criação é um semi deus. Com isso, os pecados descritos nas sagradas escrituras parecem não ter mais significado algum. Com a contínua conexão virtual, tudo parece possível ao homem considerado falho e humano. A forma de viver e pensar tem mudado em todos os sentidos da vida. Com tanta mudança, nós, cristãos, temos acreditado que atualmente tudo é normal. Mas tudo é normal mesmo? A pergunta que fica no ar é: Os conceitos de pecado ensinados na Bíblia mudaram também ou continuam os mesmos?
            Em Hebreus 13:8 afirma que Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Mas se Deus  afirma ser o mesmo sempre, como todas as coisas oferecidas pelo mundo pós moderno podem ser consideradas normais? Obviamente não pode. Se considerarmos que um casamento entre pessoas do mesmo sexo é algo normal, estaremos indo contra os ensinamentos bíblicos. Se considerarmos normal toda e qualquer espécie de pecado descrito e condenado na Bíblia, estaremos rasgando à mesma e jogando todos seus ensinamentos no lixo.
            Atualmente, é considerado normal para psicólogos e psiquiatras, e indicado a casais que se encontram em crise em seus relacionamentos, sair em busca de uma relação extraconjugal. É tido como uma renovação nos laços que unem um homem e uma mulher.
            Nos ensinamentos bíblicos, o adultério é detestável aos olhos de Deus e Ele julgará os que cometem adultério e imoralidades sexuais, assim afirma as sagradas escrituras em Levítico 18:29 e Hebreus 13:4.  Assim sendo, a medida tomada por profissionais para a revitalização de um relacionamento é considerada pecaminosa e detestável para Deus. Como cristãos não devemos usar tal medida. Existem formas saudáveis e abençoadas por Deus para revitalizarmos nosso casamento, como orar juntos, participar de encontros de casais, ir a igreja juntos, fazer programas de lazer um na companhia do outro e principalmente, buscar a sabedoria de Deus em todas as coisas.
            Nossos governantes têm aprovado leis para que as igrejas em suas diversas denominações realizem casamento entre pessoas do mesmo sexo. Passeatas são feitas. A mídia tem realizado insistentemente campanhas em favor da legalização desse tipo de união. Como se isso não bastasse, há projetos de leis para que ao nascer não seja decidido que sexo o nascituro possui. A idéia é ignorar o órgão sexual que a criança possui ao nascer, uma vez que será essa criança quem decidirá se quer ser homem, ou quer ser mulher. Mas qual é a palavra de Deus, que é nosso criador e que foi quem decidiu com que tipo de sexo uma criança nasceria?
            Em Levítico 18:22 Deus considera que deitar com pessoa do mesmo sexo é abominação. De acordo com o dicionário brasileiro, abominação significa desprezo, ódio, horror. Assim sendo, Deus tem horror, desprezo pelo ato de uma  pessoa coabitar  com outra do mesmo sexo. Deus continua amando o ser humano, mas abomina o ato pecaminoso. Se Deus ama o pecador, significa que se a pessoa que pratica esse pecado se arrepender, confessar e abandonar o erro, Deus perdoa.
            Quanto a ignorar o sexo que uma criança nasce e deixar que essa criança escolha quando puder, se será homem ou mulher, é uma atitude que vai contra os princípios bíblicos. Em Jeremias 1:5 afirma que Deus nos conhece antes que fôssemos formados no ventre de nossa mãe. Esse antes diz muita coisa sobre os planos de Deus para cada vida. Se Deus decidiu na formação de uma criança que ela nasceria menina ou menino, como pode o homem querer decidir o contrário disso? Ir contra os planos de Deus nunca trouxe benefício algum para a humanidade. Deus nos concede o livre arbítrio, mas para cada decisão que tomamos, temos também os ônus e bônus como conseqüência da decisão tomada. Como exemplo, cita-se as conseqüências sofridas por Davi ao cobiçar a mulher de outrem e a tomar para si, engravidando-a. A criança dessa gravidez morreu e Deus avisou que levaria a criança em Samuel 12:18. O perder dessa criança trouxe dor e sofrimento para Davi e Bate-Seba. As conseqüências não pararam por ai. Davi acreditou que seu pecado ficaria em oculto. Ocorre que dos olhos de Deus nada se esconde. Deus que tudo viu e não se agradou do comportamento de Davi, afirmou: Agora, pois, não se apartará a espada jamais da tua casa, porquanto me desprezaste, e tomaste a mulher de Urias, o heteu, para ser tua mulher. Assim diz o Senhor: Eis que suscitarei da tua própria casa o mal sobre ti, e tomarei tuas mulheres perante os teus olhos, e as darei a teu próximo, o qual se deitará com tuas mulheres perante este sol. Porque tu o fizeste em oculto, mas eu farei este negócio perante todo o Israel e perante o sol. (2 Samuel 12:10-12)
            E Deus cumpriu a promessa que fez e a geração de Davi pagou caro pelo erro que ele cometeu. Deus o perdoou quando se arrependeu e Davi foi muito amado por Deus, mas ele sofreu as conseqüências de seu erro. Muitos outros exemplos poderiam ser citados, como a destruição de Sodoma e Gomorra, o dilúvio no tempo de Noé, os sofrimentos de Sansão e por aí vai.
            Se analisarmos os acontecimentos do mundo pós moderno, mundo esse que  tem como início a queda do muro de Berlim no ano de 1989 e  é marcado pelas grandes transformações na sociedade, que está cada vez mais globalizada. Mundo esse que tem como marca o avanço científico, tecnológico e a disseminação desenfreada do uso de aparelhos eletrônicos e da internet, que tem seu lado bom, mas que parte dos seres humanos tem demonstrado não saber usar para o benefício da humanidade, mas como arma do aumento da prostituição e do crime. Quando paramos para pensar em tudo o que vem acontecendo, como as guerras, crise financeira, enchentes, excesso de frio em algumas regiões e de calor em outras, incêndios sem explicação, doenças novas aparecendo todo dia, mortes inexplicáveis, roubos e assassinatos aumentando, taxa de desemprego crescendo, filhos que matam pais, pais que matam filhos, crise moral e distorção da sexualidade saudável deixada por Deus e tantas outras conseqüências. Tudo o que vem acontecendo é conseqüência do pecado do homem que cada vez mais se distancia de Deus e age sem temor algum aos preceitos divinos e é também cumprimento das profecias.
            Em Mateus 24 afirma que todos esses acontecimentos são necessários para que se cumpram as profecias e que isso era apenas o início das dores. Apesar de todos os acontecimentos parecerem infindáveis, Deus afirma que todo esse tempo de tribulação será abreviado por causa dos eleitos de Cristo. Essa é uma promessa linda e gloriosa, porque reafirma o amor de Deus por cada ser humano que tem sido fiel a Ele.
            Qual deve ser o papel do verdadeiro cristão no mundo pós moderno? A resposta está em Mateus 5:13 a 16, dizendo que o cristão, independente da época, deve ser sal da terra e luz do mundo. Aquele que se deixa influenciar pela naturalidade do pecado propagada no mundo de hoje, para nada serve e é lançado fora por determinação divina.    





segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

NATAL E UM ILUSTRE CONVIDADO - Isaias 9:6 e 7

                                                    Prescila Alves Pereira

Dezembro é um mês especial, porque é nesse mês que todos se unem num sentimento único de celebração. O clima de alegria e otimismo toma conta da maioria das pessoas e todos em um ritmo orquestrado passam a enfeitar suas casas, as ruas, o comércio. Buscamos pelo presente adequado para presentearmos até mesmo pessoas das quais nem sentimos tanta afinidade. É em dezembro que vemos o maior mandamento bíblico de amor ao próximo se cumprindo que está escrito em Mateus 5:44: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus.” Em dezembro vivemos na prática o que devemos viver dia a dia de nossas vidas. Nesse mês lembramo-nos de orar para os que consideramos nossos inimigos, perdoamos os que nos magoaram e fazemos uma oração liberando o perdão e pedimos a Deus que nossa mágoa não seja maldição na vida de quem nos ofendeu. Nesse mês, lembramo-nos dos que estão em dificuldade financeira e doamos cestas para que tenham um Natal farto em família. Recordamo-nos de convidar toda família para estar conosco, até mesmo os que geralmente ignoramos sua existência. Em dezembro um sentimento de esperança nos invade e nossa fé em um futuro melhor aumenta de forma significativa. Há uma mudança visível a todo olho no mês em que comemoramos o Natal. Mas onde está na Bíblia o nascer de toda essa comemoração?      Em Isaías 9:6 e 7 encontramos a profecia a respeito do nascimento de Jesus: “Porque um menino nos nasceu; um filho se nos deu; e o Governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz. Do aumento do seu Governo e da paz não haverá fim. Sobre o trono de Davi e no seu reino, para o estabelecer e o fortificar em retidão e em justiça, desde agora e para sempre; o zelo do Senhor dos Exércitos fará isso.”
          Assim sendo, no dia 25 de dezembro comemoramos alusivamente o nascimento de Jesus, uma vez que não conhecemos a verdadeira data. No entanto, o que vemos nas vitrines das lojas, nos enfeites de nossas mesas, da árvore de natal é uma comemoração ao Papai Noel. Não é errado enfeitarmos nossas casas, nosso local de trabalho, mas é  errado nos esquecermos do verdadeiro sentido do Natal, que é o nascimento de Jesus Cristo. É lindo todo sentimento de fraternidade que nos invade nessa época, a qual tem origem na maior demonstração de amor que o ser humano recebeu de Deus: o enviar de seu único filho, Jesus Cristo para nascer nesse mundo e posteriormente morrer por cada um de nós. Mas qual tem sido o principal convidado de nossas celebrações de Natal?
          Que nesse Natal, lembremos em nossas comemorações de agradecermos a Deus pelo envio de seu filho Jesus Cristo para nos remir de todo pecado e nos dar a oportunidade de vida eterna. Que nesse Natal, possamos elevar nossas preces a Deus agradecendo pelo teto que temos sobre nossas cabeças, pelo pão que temos para saciar nossa fome, pela alegria de sermos salvos por Jesus Cristo e possamos cantar um hino de vitória e adoração por fazermos parte da família cristã que conhece o verdadeiro significado da celebração de Natal. Que Jesus Cristo seja o principal convidado de nossas celebrações de Natal.